Ainda existe uma mentalidade machista no trânsito sobre as mulheres motoristas em pleno século 21, apesar de todo mundo concordar que as mulheres são mais atenciosas no transito e possuirem uma maior direção defensiva, que é imprescindível no agressivo trânsito brasileiro. Afinal, na hora de fazer um seguro para carro as em presas do ramo disponibilizam cerca de 15% de desconto para as mulheres. Isso já é motivo suficiente para silenciar muitos machistas.
sábado, 16 de agosto de 2008
Mulheres no trânsito
Ainda existe uma mentalidade machista no trânsito sobre as mulheres motoristas em pleno século 21, apesar de todo mundo concordar que as mulheres são mais atenciosas no transito e possuirem uma maior direção defensiva, que é imprescindível no agressivo trânsito brasileiro. Afinal, na hora de fazer um seguro para carro as em presas do ramo disponibilizam cerca de 15% de desconto para as mulheres. Isso já é motivo suficiente para silenciar muitos machistas.
Moda negra
Apesar da onda que surgiu em 2002 de que a beleza negra esta na moda e voltou com força no ano de 2005, pouco se vê nas passarelas, em editoriais, campanhas publicitárias ou capas de revista. Mesmo essa onda que surgiu em 2002 foi devido ao produtor de modas da Revista Raça que também é jornalista responsável pelo movimento “apagão fashion” em 2001. O que acontece é que as grandes agências de modelos têm apenas 1% de modelos negros em seu casting e não admitem aumentá-lo porque ainda acreditam que negro não vende. O que não é verdade, pois a modelo baiana Rojane Fradique esta como prova de que o negro vende sim. Considerada a barbie negra pelo produtor de moda Paulo Borges, ela esta atualmente morando em Paris, a eterna capital da moda, com uma agenda de trabalhos apertadíssima e só vem ao Brasil para fazer os grandes eventos de moda.EXPLORAÇÃO SEXUAL E TRÁFICO
Grupos que combatem a exploração sexual estão profundamente preocupados com o aumento global do tráfico de mulheres e crianças. Esses atos violam os direitos humanos privando mulheres e crianças do direito a liberdade e ameaçando sua segurança e saúde. Esse tráfico é considerado como a indústria criminosa que apresenta margens de lucro mais alta e ao mesmo tempo menor risco dentre as atividades ilegais. Organizações como O Soroptimismo Internacional luta por leis que punam de forma mais incisiva grupos que se utilizem dessa prática.Mães trabalhadoras
As mulheres no mercado de trabalho é um componente importante no contexto empresarial e passam a ser essenciais na economia nacional. Mas além de profissionais, muitas ainda tem que se articular para serem mães e donas de casa o que na maioria das vezes é uma atividade extremamente desgastante. Algumas empresas tendo conhecimento dessa situação tomaram iniciativas para facilitar a conciliação entre a família e o emprego:Creche da empresa: a criação de creches nas empresas para funcionarias que são mães e tem que deixar seus filhos em creches.
Atividades de tempos livres para filhos de colaboradores: os clássicos “campos de férias” são um excelente exemplo de como a empresa pode estar associada ao bem-estar da família e qualidade de vida.
Opção pelo tele-trabalho: o trabalho a partir de casa, sem o stress de deslocações constantes, tem muito resultados positivos no desempenho profissional e na motivação das mães profissionais.
Anorexia nervosa
É a recusa do paciente a manter um peso corporal na faixa normal mínima acompanhado a um medo de ganhar peso. Com a incidência de mulheres morrendo por causa desse distúrbio e a repercussão na mídia trouxe esse assunto à tona. A recusa alimentar é apenas uma conseqüência dessa distorção doentia do esquema corporal. O que mais preocupa é que muitas mulheres acabam tendo uma obsessão pela magreza pela busca do padrão de beleza das passarelas que não se enquadra mesmo às modelos.
Preconceito impõe barreiras ao futebol feminino

A principal causa de estresse emocional entre atletas de futebol feminino é o preconceito. Uma pesquisa revelou que 57,14% das jogadoras entre 16 e 21 anos sofrem com o preconceito, sendo essa também a principal causa do estresse em 50% das jogadoras entre 22 e 27 anos. Em 2004, a seleção brasileira de futebol feminino ganhou a medalha de prata em Atenas, já a masculina não chegou a se classificar e a equipe feminina não recebeu nenhum tipo de incentivo mesmo depois da vitória ter sido uma conquista histórica.
Estudam mais e ganham menos

Mesmo estudando mais, as mulheres ganham menos que os homens. A pesquisa feita pela Síntese dos Indicadores Sociais mostra que as mulheres estudam em média 7 anos, já os homens estudam 6,8 anos mesmo assim, elas ganham 30% a menos. A explicação é que elas costumam concentrar sua atuação no setor de serviços em ocupações pouco qualificadas e de baixa remuneração e, principalmente pela trajetória profissional das mulheres ser marcada pela menor ocupação de cargos de chefia ou comando. Cerca de 55% das mulheres no mercado de trabalho possuem pelo menos o ensino fundamental, entre os homens esse percentual cai para 45%.
Diga “não ao salto alto”

Que o salto alto deixa as mulheres com uma postura elegante, quase todos devem concordar no ato, mas esse porte estilo Barbie, de bumbum empinado e peito pra frente, causam problemas mais sérios do que se pensa. O uso constante causa uma mudança na musculatura em que os músculos da parte de trás da perna diminuem (atrofiam) e os da parte da frente ficam mais longos (hipertrofiam). Sem contar nos danos a coluna (lordose), dores nos joelhos, calosidades, tendinite, unhas encravadas (sapatos de bico fino), entre outros problemas que podem ser irreversíveis. Talvez seja mais fácil seguir essa nova onda que chega a moda do “não ao salto alto”, afinal o salto é uma coisa tão antiga.
http://delas.ig.com.br/materias/190501-191000/190516/190516_1.html
http://delas.ig.com.br/materias/190501-191000/190516/190516_1.html
Saúde das mulheres negras

A proporção de mortalidade materna de mulheres negras é sete vezes maior que a de mulheres brancas e isso vêm preocupando a comunidade negra no Brasil. entre 2000 e 2004 houve um aumento expressivo o que significa que não foi conseguido cumprir um dos oito objetivos do milênio, acordados internacionalmente. Outra causa que assusta é a quantidade de mulheres negras que tiveram as mortes relacionadas a AIDS. Dentre inúmeras causas, sobressaem a hipertensão, as síndromes relacionadas ao parto e complicações devido a abortos realizados incorretamente.
Violência contra mulheres lésbicas no Brasil

Ser lésbica é estar exposta a diversas formas de violência ao assumir sua condição, por isso muitas são praticamente invisíveis na sociedade. Por serem mulheres e homossexuais, as lésbicas sofrem duplamente o problema da violência e da discriminação sendo no ambiente familiar a forma de violência mais grave.
Com auxilio dos direitos humanos os movimentos homossexuais têm combatido de forma enfática as praticas de violência contra homossexuais. Apropria subsecretaria de direitos humanos da Secretaria Geral da Presidência da Republica participa dessa luta ao desenvolver ações como o programa “Brasil sem Homofobia”, lançado em maio de 2004.
Um relatório feito pelo Grupo Gay da Bahia mostra que entre 1980 e 2005 mais de 2.511 homossexuais foram assassinados no Brasil e destes 3% eram lésbicas sendo que muitas delas também foram vitimas de estupro antes de serem mortas que, 60% das lésbicas no país já sofreram algum tipo de agressão por causa da sua condição sexual, o relatório anual do Centro de Justiça Global, revela que três homossexuais femininos foram mortos, sendo no Nordeste e no Sudeste, as regioes com maior incidência, as mulheres homossexuais são mais vítimas na esfera doméstica com 22,4%.
Mulheres lésbicas

Vem crescendo o interesse por estudos homossexuais no Brasil e na América latina. Como resultado disso é notável a propagação de movimentos homossexuais no Brasil. com isso a temática lésbica, que sempre teve pouco espaço no feminismo, passou a ter um destaque político importante com a inclusão de uma representação deste “segmento” de mulheres no Conselho Nacional de Direitos das Mulheres.
Muitas pesquisas sobre práticas, identidades e reconhecimentos da homossexualidade masculina foram feitas, deixando de lado a homossexualidade feminina e a luta por reconhecimento de cidadania e de seus direitos sexuais. Em 1995 no Seminário Nacional de Lésbicas – SENALE, onde se reuniram mais de 100 lésbicas de varias partes do país, se escolheu o dia 29 de agosto como o dia nacional da visibilidade lésbica com o intuito homenagear a resistência e a luta pela construção de um novo modelo de sociedade
No ano de 2006, os movimentos homossexuais perceberam esse déficit e decidiram chamar os movimentos n Brasil de LGBTT (lésbicas, gays, bi-sexuais, Travestis, Transexuais, Transgêneros) ao invés de GLBTT colocando o L de lésbicas na frente como um primeiro passo que simboliza uma mudança na postura dos movimentos.
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327753.shtml
http://www.fazendogenero7.ufsc.br/st_20.html
Tamanho zero

Que a busca pela magreza é preocupante não é mais novidade, assim, com a onda size zero (tamanho zero) o assunto volta a tona com uma matéria na Vogue escrita por Guenia Winitzi, que alerta sobre o atual padrão de tamanho dos manequins na moda passar do tamanho 38 para o 34. Muitas lojas já estão adotando essa nova modelagem direcionada apenas para mulheres com o perfil magérrimo da Victoria Backham, conhecido como look “refugiada africana”. O tamanho size zero é o menor tamanho a venda, só entra em mulheres com 58 cm de cintura e 87 cm de quadril tamanho que equivale ao 34 brasileiro. A autora do texto, Guenia Winitzi, relembra quando “mulheres normais, podiam optar por qual modelito seguir, sem exagerar na idolatria das deusas famélicas”, onde modelos morrem de anorexia por uma pressão que o chamado system fashion (mundo da moda) diz não impor as modelos, mas a top russa foi uma das poucas a quebrar o pacto de silencio que se instaurou após a incidência de mortes por anorexia e revelou que uma modelo que fala sobre o assunto acaba perdendo trabalhos, pois, a imagem que uma top deve passar é de alegria e saúde sempre.
A indústria da moda não é a única a influência na obsessão pela magreza, “há mil e um artigos médicos que sugerem que corpos mais magros são mais ativos e funcionais”, segundo o professor Georges Vigarello da Universidade de Paris-V. O que todos provavelmente concordam é que ser saudável é mais importante que ser magra, por isso é para se levar em consideração o movimento de se criar tamanhos 36 e 38 nos mostruários “parece pouco, mas já é um começo”,Winitzi.
Fonte:revista Vogue, maio
A indústria da moda não é a única a influência na obsessão pela magreza, “há mil e um artigos médicos que sugerem que corpos mais magros são mais ativos e funcionais”, segundo o professor Georges Vigarello da Universidade de Paris-V. O que todos provavelmente concordam é que ser saudável é mais importante que ser magra, por isso é para se levar em consideração o movimento de se criar tamanhos 36 e 38 nos mostruários “parece pouco, mas já é um começo”,Winitzi.
Fonte:revista Vogue, maio
A posição da mulher negra na pirâmide ocupacional


Diferenças salariais no ano de 1998
É fato que as condições da mulher no mercado de trabalho são desfavoráveis, mas é necessário destacar que existe uma grande diferença entre mulheres negras e brancas no mercado de trabalho. Dados do DIEESE – Departamento intersindical de estatística e estudos socioeconômicos – e outros órgãos de pesquisa confirmam a existência de desigualdade étnica no mercado de trabalho. A relação gênero e etnia mostra que o homem negro ocupa um patamar abaixo do da mulher branca quanto ao rendimento salarial. Mas as mulheres negras se encontram ainda mais abaixo na pirâmide ocupacional.
Fonte: DIEESE/SEADE e entidades regionais. Pesquisa de emprego e desemprego – PED.
O preconceito e a discriminação pelo qual passam as mulheres negras servem para designá-las aos cargos mais desprestigiados e mal remunerados mesmo que em muitos casos sejam chefes de suas famílias. Essa pesquisa serve para mostrar que o mercado de trabalho favorece “aqueles trabalhadores que mais se aproximam do estereótipo de macho branco, descendente de europeu com religião cristã”. Com esses dados e necessário repensarmos as relações de poder que determinam a hierarquia das diferentes posições. http://www.espacoacademico.com.br/026/26rpraxedes.htm
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