
Vem crescendo o interesse por estudos homossexuais no Brasil e na América latina. Como resultado disso é notável a propagação de movimentos homossexuais no Brasil. com isso a temática lésbica, que sempre teve pouco espaço no feminismo, passou a ter um destaque político importante com a inclusão de uma representação deste “segmento” de mulheres no Conselho Nacional de Direitos das Mulheres.
Muitas pesquisas sobre práticas, identidades e reconhecimentos da homossexualidade masculina foram feitas, deixando de lado a homossexualidade feminina e a luta por reconhecimento de cidadania e de seus direitos sexuais. Em 1995 no Seminário Nacional de Lésbicas – SENALE, onde se reuniram mais de 100 lésbicas de varias partes do país, se escolheu o dia 29 de agosto como o dia nacional da visibilidade lésbica com o intuito homenagear a resistência e a luta pela construção de um novo modelo de sociedade
No ano de 2006, os movimentos homossexuais perceberam esse déficit e decidiram chamar os movimentos n Brasil de LGBTT (lésbicas, gays, bi-sexuais, Travestis, Transexuais, Transgêneros) ao invés de GLBTT colocando o L de lésbicas na frente como um primeiro passo que simboliza uma mudança na postura dos movimentos.
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327753.shtml
http://www.fazendogenero7.ufsc.br/st_20.html

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